"...Pessoas ajustadas, felizes, contentes de bem com a vida dificilmente morrem de acidentes de trânsito. Poucas pessoas morrem dirigindo, a maioria se suicida através do volante." (DOTTA)
Seja bem vindo ao Blog Viver em Transito!
Ajude a tornar o transito mais humano e solidário. Relate aqui as dificuldades, sujestões, alternativas, críticas ou simplesmente esclareça suas dúvidas sobre transito com quem realmente entende do assunto. Sua participação é muito importante.
sexta-feira, outubro 01, 2010
quinta-feira, setembro 16, 2010
Mapeamento das Mortes por Acidentes de Trânsito no Brasil
Usando como fonte a base de dados de mortes por acidentes de transportes
terrestres do Ministério da Saúde, estudo da Confederação Nacional dos
Municípios apresenta a situação e a evolução da mortalidade no trânsito nos
diversos locais do Brasil.
Os dados dos últimos anos mostram que as mudanças inseridas com o código de
trânsito de 1998, como melhora da segurança dos veículos e o incremento da
fiscalização eletrônica, não fizeram com que a mortalidade por acidentes de
trânsito apresentasse uma redução importante.
Ao contrário dos países desenvolvidos, no Brasil, a quantidade de fatalidades
em acidentes de trânsito cresceu de 2000 a 2007. De acordo com a base do SUS,
houve um aumento de 30% nas mortes nesse período. Entre 1997 e 1999, as mortes
em acidentes terrestres estavam caindo, mas voltaram a crescer a partir de 2000,
atingindo um pico histórico em 2007, com 66.837 mortes segundo os seguros DPVAT.
Por outro lado, os dados indicam que a partir de 2008 começou a haver uma
leve queda nos acidentes fatais, o que pode indicar os efeitos positivos da Lei
Seca. Mas, ao mesmo tempo, deve-se considerar um fato que veio de encontro a
essa política de segurança no trânsito – a exoneração do IPI para carros – que
aumentou consideravelmente a frota de veículos nas ruas do país, o que eleva os
índices de acidentes.
Nos países desenvolvidos vem sendo aplicada uma política contrária, que busca
reduzir, a cada ano, a frota de veículos nas ruas. Essa comparação com os países
desenvolvidos mostrou que, proporcionalmente à população, o trânsito brasileiro
mata 2,5 vezes mais do que nos Estados Unidos, e 3,7 vezes mais do que na União
Européia.
Em 2008, enquanto os Estados Unidos obtiveram uma taxa de 12,5 mortes a cada
100.000 habitantes, o Brasil obteve uma taxa de 30,1, sendo que a frota de
carros norte americana é o triplo da brasileira.
O mapeamento das mortes por acidentes de trânsito dentro do Brasil mostrou
que capitais de menor porte populacional são as que possuem as maiores taxas
segundo a população. Boa Vista (Roraima) vem em primeiro lugar (34,2), seguida
por Palmas (31,4) e Campo Grande/MS (29,6). Capitais de estados mais
desenvolvidos apresentam taxas mais reduzidas, como São Paulo (14,6), Porto
Alegre (13,3) e Rio de Janeiro (14,4). No entanto, capitais do Nordeste lideram
com as menores taxas, como é o caso de Natal (8,5) e Salvador (10,6).
Por outro lado, quando o cálculo da razão é feito segundo a frota de veículos
locais, muitos estados do nordeste passam para os primeiros lugares do ranking
de maior quantidade de fatalidades a cada 10.000 veículos. A comparação entre os
estados mostra que Santa Catarina tem a maior taxa média de mortes por 100.000
habitantes (33,1) do país. Também foi constatado que a maior parte dos
municípios com as maiores taxas do país é de Santa Catarina.
Mato Grosso do Sul (30,4), Paraná (29,8), Mato Grosso (29,6) e Roraima (29,6)
são também estados com altos coeficientes, o que indica um número
significativamente alto de mortes em acidentes segundo suas respectivas
populações.
O estudo também elenca os 100 municípios do país com as maiores
taxas de mortes por AT, tomando sempre como base a quantidade de mortes dos anos
de 2005, 2006 e 2007.
Constata-se que são municípios de pequeno e médio porte, com população que
varia de 1.209 a 47.260 habitantes. É possível se depreender desse quadro que os
acidentes de trânsito não são um problema concentrado nas grandes cidades e não
tem relação direta com o porte, como acontece no caso dos homicídios.
As análises também mostram que a maioria das vítimas fatais do trânsito no
Brasil continua sendo homens jovens de cidades de pequeno e médio porte.
O estudo mostra também que a insuficiência de dados estatísticos fiéis à
realidade é um obstáculo ao desenvolvimento de estratégias de intervenção
adequadas e concretas.
Fonte: CNN Confederação Nacional dos Municipios.
Página Publicada em: abril, 6 de 2010
quarta-feira, setembro 08, 2010
Velocímetro para na velocidade do acidente, será?
O mito também é questionado por Iaran Gadotti, gerente de engenharia de desenvolvimento da Continental. Especializado na área de painéis de instrumentos, ele afirma que no projeto de um velocímetro não é incluído nenhum dispositivo capaz de travar o ponteiro na velocidade em que ocorre um acidente. “Além disso, a marcação da velocidade vem do movimento das rodas. Se elas girarem no ar por algum motivo, a indicação será superior à real. Já se o motorista frear bruscamente e as rodas travarem, o ponteiro pode ir a 0 km/h, mas o carro continuará em movimento. Dos dois jeitos, a informação será comprometida”, diz. Se o acidente for grave e afetar fortemente a área frontal, rompendo fios, o painel deixará de funcionar por falta de alimentação da bateria, e aí o ponteiro poderá parar em qualquer ponto da escala.
É possível registrar a velocidade exata no instante do acidente, por um sensor do sistema de airbags. Mas, para isso, seria preciso transmitir esse dado ao painel. “E hoje não há essa solicitação”, diz Gadotti.
Fonte: Auto Esporte
Quem bate em poste paga o prejuízo?
Fonte: Auto Esporte.
segunda-feira, setembro 06, 2010
Contran libera modificações na suspensão
No entanto, mesmo antes de entrar em vigor, a resolução já apresenta falhas. Não há parâmetros que determinem com exatidão o que é certo e o que é errado, e quais carros podem ou não ter sua suspensão alterada. Desta forma, interessados em rebaixar o carro poderão cortar as molas originais da suspensão, o que aumenta consideravelmente o risco de acidentes e fadiga da peça, que terá de absorver mais impactos.
Apesar da resolução pouco explicativa, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informou que não modificará o texto da nova lei.
Fonte: Auto Esporte.
Denatran define instalação dos chips
O Siniav (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos) deverá ser implantado nos próximos dois anos. São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília já iniciaram o processo de instalação dos equipamentos. Segundo o Denatran, o sistema abrangerá todos os veículos em circulação e permitirá "o planejamento de ações de combate ao roubo e furto de veículos e cargas, a identificação e prevenção de clonagem de veículos e uma melhor gestão do controle de tráfego". Questões polêmicas, como o custo de instalação do chip e a privacidade dos condutores, ainda estão sendo discutidas.
Fonte: Auto Esporte
Reportagem: Carina Mazarotto.
Sistema de retenção, assento elevatório com cinto de dois pontos. Contran cria exceção.
A lei passa a contar com duas especificações para de veículos deste tipo: crianças menores de quatro anos devem obrigatoriamente ser transportadas no banco dianteiro com bebê conforto ou cadeirinha (afixada com o cinto de três pontos); e crianças de quatro a sete anos e meio, quando transportadas com cintos abdominais, não devem usar o booster (assento elevado).
O transporte de crianças menores de quatro anos no banco traseiro está liberado com o uso de cadeirinhas adequadas para com cintos de dois pontos, produzidos até 2008.
A alteração atinge modelos fabricados até 1998, quando o padrão para os bancos traseiros era apenas o cinto abdominal. Trata-se da maior parte da frota de carros em circulação no país.
Fonte: Auto Esporte.

